Dr. Antônio Rahal - Médico radiologista especializado em tireoide

25 de abril de 2024

Como saber se a dor é na garganta ou na tireoide?

Como saber se a dor é na garganta ou na tireoide

Para diferenciar se a dor é na garganta ou na tireoide, observe a localização e os sintomas associados. A dor de garganta geralmente piora ao engolir e pode incluir vermelhidão e febre, enquanto a dor na tireoide é mais localizada abaixo do pomo de adão e não é afetada pela deglutição.

A dor na garganta e na tireoide pode ser confusa, pois ambas estão localizadas no pescoço. No entanto, há características distintas que ajudam a diferenciar essas dores. A dor de garganta geralmente é aguda, piora ao engolir e pode vir acompanhada de outros sintomas como vermelhidão e inchaço visível na área, febre e amígdalas inchadas.


Por outro lado, a dor na tireoide, que é menos comum que a dor de garganta, geralmente não piora com a deglutição. A dor pode ser descrita como uma sensação de pressão ou desconforto na parte frontal do pescoço. Pode estar associada a sintomas como mudanças no peso, variações no nível de energia ou alterações na temperatura corporal.


Para identificar a origem da dor, é útil observar a localização específica da mesma. A dor de garganta tende a ser mais difusa, cobrindo a área da garganta e às vezes se estendendo aos ouvidos. Já a dor na tireoide é mais localizada na região logo abaixo do pomo de adão.

Como é feito o diagnóstico de problemas na tireoide?

O diagnóstico de problemas na tireoide geralmente começa com uma avaliação clínica detalhada. O médico investigará sintomas como fadiga, alterações de peso, sensibilidade ao frio ou ao calor e alterações no humor. Durante o exame físico, o médico pode palpar a região do pescoço para verificar a presença de nódulos ou aumento de volume da tireoide.


Após a consulta inicial, exames de sangue são essenciais para medir os níveis de hormônios tireoidianos, como TSH, T3 e T4. O TSH (hormônio estimulante da tireoide) é particularmente importante, pois indica como a tireoide está funcionando. Níveis anormais desses hormônios podem sugerir hipotireoidismo, hipertireoidismo ou outras disfunções tireoidianas.


Em alguns casos, pode ser necessário realizar uma ultrassonografia da tireoide. Este exame de imagem ajuda a identificar nódulos, inflamações ou alterações na estrutura da tireoide que não são palpáveis. A ultrassonografia é uma ferramenta diagnóstica valiosa para visualizar a morfologia da tireoide de forma não invasiva.


Quando nódulos ou alterações mais específicas são detectadas, procedimentos adicionais como a punção aspirativa por agulha fina (PAAF) podem ser recomendados. Este procedimento envolve a coleta de células da tireoide com o uso de uma agulha fina para análise citológica, ajudando a excluir ou confirmar a presença de câncer. Esse conjunto de avaliações clínicas e exames especializados permite um diagnóstico preciso e direciona o tratamento adequado dos problemas tireoidianos.

Como tratar problemas na tireoide?

O tratamento de problemas na tireoide varia de acordo com o tipo de disfunção diagnosticada. No caso de hipotireoidismo, o tratamento padrão envolve a reposição hormonal com levotiroxina, um hormônio sintético que simula a função da tireoide. Para o hipertireoidismo, podem ser usados medicamentos antitireoidianos que reduzem a produção de hormônios pela tireoide, ou mesmo terapias mais invasivas, como a cirurgia ou o tratamento com iodo radioativo, que visam reduzir a atividade da glândula.


A ablação por radiofrequência (RFA) é uma técnica relativamente nova e minimamente invasiva usada para tratar nódulos tireoidianos benignos. Este procedimento utiliza ondas de rádio que geram calor para destruir células do tecido anormal da tireoide. A energia é aplicada diretamente no nódulo através de uma agulha fina, minimizando os danos ao tecido saudável circundante.


Durante o procedimento de RFA, o médico utiliza ultrassonografia em tempo real para guiar a agulha até o nódulo e monitorar o processo de ablação, assegurando a precisão e eficácia do tratamento. Este método é particularmente vantajoso para pacientes que preferem evitar cirurgias ou para aqueles em que a cirurgia apresenta riscos elevados.


Além de ser menos invasivo, a recuperação após a RFA é geralmente rápida, com a maioria dos pacientes retomando suas atividades normais dentro de poucos dias. A eficácia do tratamento é alta, com significativa redução no tamanho do nódulo e alívio dos sintomas relacionados, como dificuldade para engolir ou pressão no pescoço. Por ser uma técnica recente, é essencial escolher um médico experiente em RFA para obter os melhores resultados.

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